Ontem era dia do amor.


Não observei muita gente falando a respeito. Não, não é porque não são afetados por este assunto, pois -ser afetado- isso é tão certo quanto a luz do dia. Sim, sou positiva. 
Vi alguns marcando os namorados no facebook. Vi algumas postagens de páginas sobre o assunto, postando homenagens.
Aí vai:

O amor é onipresente.
O amor não pertence só ao romance. Ele é da mãe do pai, do filho, do amigo. Ele é de quem e o que estiver ao seu alcance. 
O amor é altruísta por essência.
Mas, de fato, em muitos corações ainda encontra resistência. 
Ele existe na sua forma INCONDICIONAL? Quem é que pode analisar isso de forma racional?!
O amor é discreto e ao mesmo tempo é exuberante.
Ele manifesta-se de mil e uma formas, por intermédio dos amados e dos amantes.
O amor é intenso, impulsivo.
Lidar com ele pode ser difícil. 
Amor é calmaria. É pensar de noite e continuar pensando de dia. 
O amor é uma exclusividade de milhões. 
Sim, pois é particular em cada uma das suas manifestações.
É estar preso sem almejar absolvição.
É a magia que nos devolve à realidade. Por meio das nuvens nos traz ao chão. 
Amor, pequeno-grande amor.
Tantos poemas já te citaram, tantos poetas já te declamaram e tantos amantes por ti deliraram. 
És a causa de muitas nobres ações, és também a razão do quebrar de muitos corações. 
Amor, em todas as tuas formas és válido. Só traz contigo o bem. E quem discorda, certamente um amor não tem. 
O ódio, o contrário do amor seria? Ora, que estúpido sentimento ele se tornaria!
Ódio que muitos afirmam ser amor adoecido, nada tem a ver com a nobreza desse sentimento. Quando o ódio toma conta, mata tudo que é vivo por dentro. E aí, certamente o amor foi esquecido. 
Amor, tão contraditório tu és. Duas faces da mesma moeda. Dois gumes de uma faca. Traz e frente. Calmaria e corrente. Gangorra de emoções. 
Seja lá o que ele represente e o que desperte em você. Seja onde for que você vá para encontrá-lo, não há como negar, nem duvidar, da suas proporções.

Não há como não amar. Não há, em definitivo. 
Até a mais vil das criaturas, por certo, já amou, ama, amará.
E você pode passar a vida conjugando: AMAR é sempre infinitivo.

(Anelise Passos)

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