Crônica da liberdade-

Sou o que quero ser, no momento que quero, da forma que quero.
Com toda a minha inconstância, toda minha doação e todo meu egoísmo,todas as minhas dúvidas e as minhas certezas, toda minha alegria e toda a minha tristeza, todos meus erros e acertos.
Que não são certos e errados. São apenas maneiras de classificar. De me auto julgar e me auto conhecer.
Todo o meu antagonismo, que não tem fronteiras tão claras.
Concedo-me o direito de ser quem sou, porque só tenho uma vida e nela quero viver. Essa é a minha chance.
Não espere de mim o deixar pro amanhã. Não espere de mim o ficar calada. Não espere de mim o não pensar.
Não deem fórmulas. Não me ditem regras. Não quero acertar sempre; Não quero ter juízo a todo o momento. Não quero a perfeição.
Não esperem de mim, não vou corresponder qualquer expectativa que não sejam as minhas. Se me doo é porque quero, se recebo é porque permito.
Não sou totalmente passional, não sou 100% racional. Sou um ser inacabado, em constante mudança. Não programe as minhas atitudes em sequencias imutáveis.
Não tenho medo das tempestades da vida, tampouco da calmaria exacerbada. Tenho medo da constância das coisas.E das pessoas acabadas.
Não esperem de mim meias verdades. Meias sinceridades. Não sou feita de metades. E sim de dualidades.
Sou escuro e sou claridade. Sou céu e inferno. Sou verão e inverno.
Posso ser brisa e ventania. Posso ser tempestade e calmaria.
Sou eu e nunca serei você.
E com certeza, não serei sempre a mesma.

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