Pálido ponto azul
Somos poeria de estrelas vivendo nesse pálido ponto azul do universo. O único ponto do universo em que poderemos chamar de algo mais próximo de um conceito raso de lar.
De longe, assim como de perto, não temos qualquer indício que viemos à este planetinha no meio de outros tantos, por conta de alguma missão especial e inadiável .
Os frutos da vaidade humana e sua falsa noção de protagonismo não passam de pequenas vírgulas na história do universo.
No fechar das cortinas no palco da Terra, sequer presenciaremos.
Não estrelaremos os próximos capítulos dessa peça universal.
Mas, consideramos que tudo que existe aqui, foi arquitetado para nos servir. Feito para ser compreendido por nossas limitadas massas cinzentas. Feito para nos dar mais, que os vastos anos que nosso corpo aguenta a gravidade, pois de tão únicos, precisamos também, ser eternos.
Existimos desde um certo ponto da história da vida na Terra, como se tudo que tivesse vindo antes fosse programado para nos receber. Privilégios esses concedidos, não pelo nosso merecimento , mas pelo nosso nascimento.
Nossos dias são incessantes lutas humanas mundanas e cotidianas, tão insignificantes para uma bactéria dentro do nosso intestino.
Somos seres complexos e complicados. Perdidos na nossa arrogante autoconfiança e na falsa impressão de autossuficiência.
Não vejo outro pensamento possível a não ser o antropocentrismo que envolve a espécie que se considera imagem e semelhança daquele que os criou aqui, nesse pálido ponto azul.
De longe, assim como de perto, não temos qualquer indício que viemos à este planetinha no meio de outros tantos, por conta de alguma missão especial e inadiável .
Os frutos da vaidade humana e sua falsa noção de protagonismo não passam de pequenas vírgulas na história do universo.
No fechar das cortinas no palco da Terra, sequer presenciaremos.
Não estrelaremos os próximos capítulos dessa peça universal.
Mas, consideramos que tudo que existe aqui, foi arquitetado para nos servir. Feito para ser compreendido por nossas limitadas massas cinzentas. Feito para nos dar mais, que os vastos anos que nosso corpo aguenta a gravidade, pois de tão únicos, precisamos também, ser eternos.
Existimos desde um certo ponto da história da vida na Terra, como se tudo que tivesse vindo antes fosse programado para nos receber. Privilégios esses concedidos, não pelo nosso merecimento , mas pelo nosso nascimento.
Nossos dias são incessantes lutas humanas mundanas e cotidianas, tão insignificantes para uma bactéria dentro do nosso intestino.
Somos seres complexos e complicados. Perdidos na nossa arrogante autoconfiança e na falsa impressão de autossuficiência.
Não vejo outro pensamento possível a não ser o antropocentrismo que envolve a espécie que se considera imagem e semelhança daquele que os criou aqui, nesse pálido ponto azul.
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