O melhor


Pessoas de classe média( ou menos que isso) acreditam estar em lugar de destaque na sociedade ao comprar em magazines caras e pagar 1000,00/ 2000,00/ 5000,00 só na etiqueta. Ainda justificam: a qualidade é incomparável.
Claro, afinal a blusinha animal print é à prova de balas. E as tachas da saia podem ser transformadas em elementos de grande auxílio. A bolsa é segura, tem um compartimento especial anti furto. A durabilidade é de calçados são incríveis, 12 meses , no máximo, por que logo já sai de moda.
As etiquetas(nem pensar em cortá-las por mais que coçem ou incomodem), garatem uma posição nobre na sociedade.
Seus filhos frequentam a escola mais cara, não a melhor. Pois precisam manter o patamar da família. Em alguns casos, com certeza, não o de inteligência.
Isso pra mim mostra o quanto são escravos do material.Da sede por um "status" que não vão alcançar. Da ilusão de acreditar que adquirindo coisas caras, " de marca", serão melhores, mais importantes que os demais. Mais felizes. Que tudo isso demonstra seu sucesso.
Só demosntra o quanto suas vidas são vazias e sem propósitos reais. O quanto a possível inteligência que possuem, não funciona nessas questões. Acreditam estar conquistando patamares, construindo um legado, firmando um futuro para os filhos.
Mesmo?
Ligados ao consumismo feroz, à conceitos vazios, à status social, à bens materiais que vão e vem, à futilidades. Muitas vezes, a bular leis, usar da posição que pensam ter conquistado para obter benefícios que não lhe são merecidos. A valorizar o que não tem valor. A fazer parte da busca interminável do ter.
Quem sabe poderiam rever o conceito de "amar" seu filho.
Pense: há muito mais o que ensinar.
Se tua vida , tuas escolhas já estão tomadas de futilidade, pense no conceito de "deixar o melhor" para seus filhos.
Eduquem- os para o certo, para o bem . Para que conquistem coisas que lhes deixem felizes. Que lhes dê objetivos. Em que terão satisfações que não estejam ligadas à coisas que lhes podem ser tiradas.
Cada um valoriza o que julga conveniente, por certo. Mas quando se é responsável por demais vidas, deve-se analisar com cuidado, deixar de lado o véu do orgulho e da soberba e de fato, refletir sobre o que é o melhor!

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