Pensamento crítico é algo que nem todos possuem, é verdade.
É a capacidade de deixarmos de lado conceitos pré fabricados, aos quais estamos sujeitos todos os dias, e pensarmos com nossa própria massa cinzenta, Pesquisar diversas fontes de informações confiáveis sobre um determinado assunto, filtrar as mais importantes e relevantes, assimilar e finalmente, ser capaz de usá-las para formar nossas próprias ideias. Nossas opiniões. Que, obviamente, podem não chegar a ser únicas, mas você as construiu. E não está só repetindo algo que é constantemente divulgado.
Do latim opinĭo, uma opinião é um juízo de valor que se emite sobre algo questionável. Maneira de pensar, de ver, de julgar. Julgamento pessoal; parecer, pensamento.
Levando em conta que estamos na era da informação ao alcance dos dedos. De fato, podemos ter informação de qualidade ao fácil alcance, por meio de livros, revistas, jornais, mas , principalmente ela nos chega pela internet. Como filtramos isso?
Estamos ainda mergulhados em uma onda de superficialidade. Onde tudo que é rápido, prático, atual e instantâneo, nos encanta. Não perdemos muito tempo atentos ao que nos propomos.
À media que inúmeros meios de comunicação, divulgam, diariamente, enxurradas de notícias polêmicas, com assuntos pertinentes, aparecem os filósofos contemporâneos, críticos de "timeline".
Esses estudiosos, publicam "textões" sem coerência alguma, sem argumento válido, com um porção de achismos, preconceitos e falta de conhecimento, intitulados: "minha opinião".
Toda vez que alguma notícia polêmica é pauta, compartilhada com entusiasmo pelas mídias, o assunto é discutido de modo superficial e pouca gente está interessada em ir a fundo e descobrir o que causa aquele problema, aquela situação. Quais os fatores que o compõe. O que diz alguém que estudou e publicou sobre o assunto. A maioria está baseada no que disse o vizinho, no que viu compartilhado nas redes sociais, no que escutou do jornal das 20h. A discussão fica pobre, cheia de xingamentos, sem argumentos e acaba nos levando a nada além de um ataque de ódio e ignorância.
É claro, que esses assuntos precisam ser discutidos sim, precisam estar sempre me pauta.
Mas não de forma sensacionalista.
Não no formato "notícia do dia" pois alguns tratam-se de problemas de cunho muito relevante.
A única saída para isso: educação de qualidade.
Capacidade de crítica, de ser pesquisador, de formular argumentos e hipóteses coerentes, de estudar, analisar, interpretar, entender, aplicar.
Atualmente, a educação básica está à perigo.
Sua realidade é lamentável.
E aí me pergunto, o que será do amanhã?
É a capacidade de deixarmos de lado conceitos pré fabricados, aos quais estamos sujeitos todos os dias, e pensarmos com nossa própria massa cinzenta, Pesquisar diversas fontes de informações confiáveis sobre um determinado assunto, filtrar as mais importantes e relevantes, assimilar e finalmente, ser capaz de usá-las para formar nossas próprias ideias. Nossas opiniões. Que, obviamente, podem não chegar a ser únicas, mas você as construiu. E não está só repetindo algo que é constantemente divulgado.
Do latim opinĭo, uma opinião é um juízo de valor que se emite sobre algo questionável. Maneira de pensar, de ver, de julgar. Julgamento pessoal; parecer, pensamento.
Levando em conta que estamos na era da informação ao alcance dos dedos. De fato, podemos ter informação de qualidade ao fácil alcance, por meio de livros, revistas, jornais, mas , principalmente ela nos chega pela internet. Como filtramos isso?
Estamos ainda mergulhados em uma onda de superficialidade. Onde tudo que é rápido, prático, atual e instantâneo, nos encanta. Não perdemos muito tempo atentos ao que nos propomos.
À media que inúmeros meios de comunicação, divulgam, diariamente, enxurradas de notícias polêmicas, com assuntos pertinentes, aparecem os filósofos contemporâneos, críticos de "timeline".
Esses estudiosos, publicam "textões" sem coerência alguma, sem argumento válido, com um porção de achismos, preconceitos e falta de conhecimento, intitulados: "minha opinião".
Toda vez que alguma notícia polêmica é pauta, compartilhada com entusiasmo pelas mídias, o assunto é discutido de modo superficial e pouca gente está interessada em ir a fundo e descobrir o que causa aquele problema, aquela situação. Quais os fatores que o compõe. O que diz alguém que estudou e publicou sobre o assunto. A maioria está baseada no que disse o vizinho, no que viu compartilhado nas redes sociais, no que escutou do jornal das 20h. A discussão fica pobre, cheia de xingamentos, sem argumentos e acaba nos levando a nada além de um ataque de ódio e ignorância.
É claro, que esses assuntos precisam ser discutidos sim, precisam estar sempre me pauta.
Mas não de forma sensacionalista.
Não no formato "notícia do dia" pois alguns tratam-se de problemas de cunho muito relevante.
A única saída para isso: educação de qualidade.
Capacidade de crítica, de ser pesquisador, de formular argumentos e hipóteses coerentes, de estudar, analisar, interpretar, entender, aplicar.
Atualmente, a educação básica está à perigo.
Sua realidade é lamentável.
E aí me pergunto, o que será do amanhã?
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